Considerada um dos pontos críticos do sistema viário de Franca, a rotatória da avenida Champagnat pode estar com os dias contados. O prefeito Gilson de Souza (DEM) concluiu um projeto visando alterar o cruzamento. A ideia é construir pontes e instalar semáforos para tentar melhorar o fluxo de veículos no local. A Prefeitura planeja iniciar as obras em fevereiro.
Um estudo feito pela Prefeitura em 2011 constatou que cerca de 30 mil veículos passavam diariamente pelo cruzamento. Os ex-prefeitos Sidnei Rocha e Alexandre Ferreira prometeram construir um viaduto no local a exemplo do que foi feito na rotatória do Fórum, mas acabaram desistindo por causa do custo elevado. Estima-se que a obra fosse custar em torno de R$ 20 milhões.
Gilson afirma ter encontrado uma solução mais simples e barata. O prefeito disse ter se inspirado no modelo do cruzamento das avenidas Ipiranga e São João, na área central de São Paulo. Ele pretende tirar a rotatória e construir duas pontes sobre o córrego Cubatão. “A rotatória deixará de existir, pois se tornou inviável para cidades de grande porte como a nossa. As pontes serão usadas pelos motoristas que trafegam pelos dois sentidos da avenida Champagnat. Quem vier pela Alonso y Alonso também seguirá em linha reta pelas pistas atuais”.
O cruzamento ganhará jogos de semáforo que vão controlar o fluxo de veículos. Intervenções nas proximidades, como a eliminação de canteiros, também devem ser feitas. “Com as mudanças, acredito que vamos conseguir melhorar a circulação do tráfego de veículos já que, atualmente, é muito difícil passar pelo cruzamento nos horários de pico. A intervenção também será importante para melhorar a segurança. O risco de acidente no local é muito grande”, disse o Gilson.
O prefeito calcula que a obra, que compreende a construção das pontes, alças de acesso, instalação de semáforos e sinalização, custe em torno de R$ 2,5 milhões. Os serviços deverão ser feitos pela Emdef. “O projeto está pronto. Pretendemos iniciar esta obra importante já em fevereiro. A previsão é concluir o serviço em seis meses”.
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