A morte de Nilton, na madrugada de sábado, foi a 48ª do ano em Franca. Esse alto índice é referente a colisões, quedas, atropelamentos e choques ocorridos nas ruas da cidade e nas rodovias Cândido Portinari, Fábio Talarico, Felipe Calixto, João Traficante, Nelson Nogueira e Ronan Rocha.
Esse número, registrado até o dia 30 de dezembro, considera pessoas que morreram ainda nos locais das fatalidades e horas ou dias depois dos acidentes. Vem do InfoSiga (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo), que compõe o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, do governo do Estado, e de um levantamento do Comércio.
Através disso, é possível ver que o ano está prestes a acabar e o trânsito já matou mais gente que todo o ano de 2016, quando, ainda segundo o InfoSiga, 40 pessoas morreram em acidentes na cidade.
No levantamento, consta ainda que, de todas essas mortes ocorridas em 2017, quase a metade é composta por motociclistas. Contando com Nilton, 23 pessoas morreram utilizando esses veículos como meio de transporte.
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