Sessão tem discussão entre Corrêa Júnior e Marco Garcia


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Na abertura dos trabalhos, o vereador Corrêa Neves Júnior (PSD) disse ter ficado incomodado com a maneira com que Marco Garcia (PPS ) (foto), exerceu a presidência nas últimas três semanas
Na abertura dos trabalhos, o vereador Corrêa Neves Júnior (PSD) disse ter ficado incomodado com a maneira com que Marco Garcia (PPS ) (foto), exerceu a presidência nas últimas três semanas

Conforme o esperado, a reunião extraordinária que a Câmara realiza na tarde desta quarta-feira começou com os ânimos à flor da pele.

Na abertura dos trabalhos, o vereador Corrêa Neves Júnior (PSD) disse ter ficado incomodado com a maneira com que Marco Garcia (PPS ) exerceu a presidência nas últimas três semanas. Afirmou que o presidente se recusou a marcar a extraordinária para sábado passado, como era a intenção do governo, que não deveria ter retirado da pauta, por conta própria, o projeto que autorizava a Prefeitura a liberar para as entidades os recursos previstos pelo Orçamento Positivo. Também afirmou que o presidente usurpou atribuição da Comissão de Finanças e Orçamento ao decidir marcar audiência pública para à próxima sexta-feira. "Levo na memória a presidência que o senhor exerceu de maneira democrática e imparcial até três semanas atrás", disse Corrêa Júnior.

Marco rebateu aos comentários lendo um discurso escrito, fato raro ao longo de seus cinco mandados como vereador. Negou que tenha agido para prejudicar o governo e disse que a extraordinária não foi marcada antes por culpa do Executivo. "Não fiz manobras, não agi com má fé e não estou atrapalhei ninguém. Não posso pagar por erros e pela inércia do Executivo. Havia falhas nos projetos".

O presidente também disse que poderia, sim, convocar audiência pública, independentemente, de consultar as comissões permanentes. "Não usurpei a função de ninguém. Como presidente, tenho esta atribuição".

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