Mais uma criança tornou-se vítima de abuso sexual em Franca. Dessa vez, o caso foi na noite de Natal, na zona Sul da cidade, e envolveu uma menina de apenas 10 anos. Um homem, ainda desconhecido pela polícia, ofereceu presentes e dinheiro, e passou as mãos por seu corpo. Ela conseguiu escapar do acusado antes que algo ainda pior acontecesse e o homem fugiu. Até o momento, ele não foi identificado.
De acordo com informações do boletim de ocorrência da Polícia Militar, a estudante estava em uma rua do Jardim Aeroporto. Ela brincava com outras crianças quando o suspeito parou o carro, um GM Prisma de cor escura, e ofereceu presentes de Natal. A menina entrou no veículo e saiu com o homem rumo à rodovia Rionegro e Solimões.
À polícia, a vítima afirmou que, na estrada, dentro do carro, o homem - descrito como alguém mais velho, de camiseta branca, boné escuro e barba por fazer - ofereceu R$ 100 para que ela “passasse a noite e ficasse com ele”. Diante de sua recusa, ainda de acordo com o relato da estudante, o acusado passou as mãos em seus seios e ainda abaixou a própria calça para que ela lhe tocasse.
A menina, assustada, saiu correndo pelas margens da rodovia e viu o homem sair em disparada com seu veículo. Ela disse que foi amparada por um casal. Só depois disso a polícia chegou, verificou imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos que mostravam o carro do suspeito e fez patrulhamento pelas imediações da rodovia. Porém, ninguém com as características do homem ou seu Prisma foi encontrado.
Em entrevista à rádio Difusora, uma vizinha da vítima disse que a garota estava desesperada. “Assim que vimos seu desespero, ajudamos. Ela disse que saiu gritando do carro porque ele colocou as mãos em seu corpo e ofereceu dinheiro. Assim que chegou, com o auxílio desse casal, avisamos a mãe”, afirmou a mulher.
A mãe, uma empregada doméstica de 42 anos, e a criança foram conduzidas ao Plantão Policial, onde um boletim de ocorrência de estupro de vulnerável foi registrado. O caso e as imagens do automóvel serão encaminhados para a delegada Graciela Ambrósio, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), comandar a investigação.
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