Por mais que estranhemos a lentidão do STF, os digníssimos ministros não movem uma palha para mostrar serviço. Isso configura um prêmio aos réus com foro privilegiado. De nada adianta a primeira instância sentenciar os réus e o TRF4 julgar os processos alterando as penas se no STF os processos e as decisões não andam. Um claro exemplo de que aqueles que têm foro privilegiado estão protegidos. Enquanto a sociedade aguarda como será a decisão do Supremo num caso da Lava Jato, consuma-se a estratégia: os ministros sentaram sobre os processos torcendo pelo seu esquecimento, prescrição e pela possibilidade de os réus mudarem seu status nas próximas eleições. Só pode. Com a palavra o relator, Edson Fachin, que prometeu celeridade nos processos.
Júlio
Franca - SP
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