Natal é sempre uma época muito especial, especialmente, para as crianças, que aguardam ansiosas o momento de verem realizadas as suas tão acalentadas esperanças. Os adultos veem nele a feliz oportunidade de se reunirem com os parentes e amigos, muitos para matarem a saudade, quase todos para a tradicional troca de presentes, e todos os que podem para se regalarem com a dieta eventual.
Se, porém, alguém perguntar aos comensais que é Natal, por certo, dirão: Natal é ocasião anual para ser comemorada com o melhor vinho e a sofisticação da melhor culinária. Ao que poder-se-ia reagir: Mas, Natal não significa dia do nascimento? Então, quem é o aniversariante? É bem possível que a resposta viesse embaraçada: Ah!... é, é, é... Jesus!
25 de dezembro, embora discutível, é data consagrada às comemorações do nascimento do Salvador, e eis que é Ele o ilustre esquecido, quando não usado como pretexto para o evento festivo.
A razão disso está em que, para a obtenção de lucros com as festividades natalinas não precisa falar de Jesus, como ocorre com a imperiosa necessidade de propalar a figura de Papai Noel, eficiente garoto propaganda, desairosa inversão de valores, sob o estimulo da mídia comercial, ávida de lucros.
Se acaso nos lembrarmos do aniversariante, ofereçamos-Lhe o presente que Ele receberá com prazer: confraternizemos, pratiquemos a caridade ante os esquecidos, perdoemos, amemos de verdade! É dEle: “Quando fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que o fizestes.”
Feliz Natal!
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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