"Não tem outro", afirmou um dos membros da comissão técnica do Corinthians, quando tentava justificar o questionável interesse em Júnior Tavares, reserva de Edimar no São Paulo.
A chegada do atleta tricolor não deu certo -entre outros motivos, porque a mãe dele disse que preferia morrer a ver o filho de preto e branco-, e o time alvinegro continua sem lateral esquerdo.
Guilherme Arana, destaque da equipe nas conquistas de 2017, agora é jogador do Sevilla. E o treinador Fábio Carille não quer começar 2018 apostando em nenhum daqueles que foram os reservas da posição nesta temporada, Moisés e Marciel, ambos de 22 anos.
O primeiro, que interessa ao Bahia, dificilmente será mantido no elenco. O segundo, se não for emprestado, disputará posição no meio-campo, como volante, não pela beirada do gramado.
É provável que o setor seja reforçado por Guilherme Romão, de 20 anos, que volta de empréstimo do Oeste. Ele teve o desempenho aprovado, mas é considerado inexperiente e deverá ser alternativa no banco.
Especialmente por causa da Taça Libertadores, Carille quer alguém mais rodado. O problema é que a diretoria vem encontrando enorme dificuldade no mercado.
Reinaldo também teve o nome descartado. Zeca é difícil. Juninho Capixaba e Guilherme Siqueira, sondados, não empolgaram os dirigentes.
Nesse cenário, o clube analisa a chegada de Marcelo Hermes, de 22 anos. Pouco aproveitado no Benfica, o jogador revelado pelo Grêmio foi oferecido por empréstimo e pode ser uma alternativa diante da escassez.
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