Se não for intensificada a vigilância no Cemitério da Saudade, muito em breve não restará uma placa de bronze com nomes de falecidos ali sepultados. Basta observar ali a entrada e circulação de tipos bastante suspeitos e que, segundo soube, alguns até costumam ficar no interior do cemitério após o seu fechamento. Daí, arrancam o que interessa para vender. A polícia precisa também botar as mãos nos receptadores.
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