Outro bairro que figura entre os mais jovens de Franca é o Jardim Santa Lúcia. Diferente do João Liporoni, este está surgindo numa região mais central da cidade. O empreendimento foi lançado em setembro de 2013 com quase mil lotes e, logo no início, já transformou o cenário nos fundos do Clube Castelinho. A Avenida Cláudio da Cruz Ribeiro, que cruza o bairro, passou a interligar as avenidas São Vicente e Miguel Sábio de Melo, melhorando o fluxo no trânsito nas adjacências.
O Santa Lúcia está em plena formação e traz muitas semelhanças com o Jardim João Liporoni. Se olhado de cima, é também um verdadeiro canteiro de obras. Poucas casas estão ocupadas. A maioria anuncia venda e locação. Quem circula por suas ruas durante o dia as encontra desertas; movimento mesmo somente dos pedreiros e poucos carros e motos que por lá atravessam.
O mestre de obras Dmar José da Cruz, 49, coordena a equipe com cinco pedreiros e serventes na construção de quatro apartamentos na rua Ana Lúcia da Silveira Santos. É o terceiro residencial que está construindo naquela região e ele já se prepara para dar início a outros dois no mesmo endereço, ainda neste ano. “São apartamentos de 70 metros quadrados para vender ou alugar. A gente faz em seis meses, esse é o prazo de entrega”, disse.
Ele os companheiros de trabalho são de Capetinga (MG) e viajam juntos todos os dias para trabalhar em Franca e dar forma, com tijolos, cimentos e ferragens, à moradia de famílias que escolheram a Terra das Três Colinas para viver. “Toda essa expansão de Franca é boa demais porque gera mais emprego e a gente depende do crescimento da cidade para ter trabalho. Franca gera emprego para toda a região”, disse Dmar.
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