Lutadores de Franca pegam faixa preta em Taekwondo


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O exame teve uma hora e meia de duração e contemplou execução de fórmula, técnicas de chutes, ataque, defesa pessoal, luta e quebramento de tábua
O exame teve uma hora e meia de duração e contemplou execução de fórmula, técnicas de chutes, ataque, defesa pessoal, luta e quebramento de tábua
O presidente da Federação de Taekwondo do Estado de São Paulo, mestre Kim Yeo Jun, veio a Franca domingo (26) aplicar o exame técnico regional de graduação para dez lutadores de Franca e Ribeirão Preto. A avaliação, que simboliza o ciclo de aprendizagem do aluno, foi realizada na academia Hwa rang (guerreiros, em coreano), do mestre Valdir Malta.
 
O exame teve uma hora e meia de duração e contemplou execução de fórmula, técnicas de chutes, ataque, defesa pessoal, luta e quebramento de tábua. Oito lutadores, entre eles jovens entre 14 e 15 anos, foram aprovados para a graduação de faixa preta. Dois atletas já adultos avançaram e na hierarquia e obtiveram a graduação de segundo dan. No Taekwondo, a graduação segue uma hierarquia que é representada por faixas, que simbolizam o ciclo de aprendizagem do aluno. É dividida em 10 estágios (faixa branca e coloridas) e 10 dans (faixa preta). Todas as faixas, dans e colarinhos são obtidos através de exames técnicos onde serão avaliados por um mestre da Confederação Brasileira de Taekwondo na qual pertence o aluno.
 
Durante o evento, o mestre Kim anunciou que Franca será um dos polos do projeto “Taekwondo Educação e Progresso”, desenvolvido pela Federação Paulista em parceria com o governo de São Paulo. O programa tem a finalidade de permitir que sejam implantados e mantidos em funcionamento seis núcleos no Estado com 60 crianças cada, totalizando 360 jovens em idade escolar de seis a 17 anos, devidamente matriculados na rede de ensino. A prioridade serão regiões em situação de vulnerabilidade social.
 
Em Franca, o projeto será desenvolvido a partir do ano que vem na Academia de Artes, ONG mantida pelo GCN, que fica no Recanto Elimar, zona sul da cidade. A proposta foi aprovada após um pedido do mestre Valdir Malta, que é professor voluntário na entidade há oito anos.

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