Os vendedores ambulantes instalados nas Praças 9 de Julho e Dom Pedro I terão que desmontar suas barracas neste sábado. As notificações informando da obrigação foram entregues por equipes da Vigilância Sanitária ontem. A liberação dos calçadões é necessária para que a Prefeitura possa concluir o trabalho de limpeza que está realizando desde o começo da semana na área central.
A faxina está sendo realizada para deixar o Centro mais limpo para as comemorações do aniversário de Franca, dia 28, e também para as festas de fim de ano. A operação de limpeza compreende varrição, desobstrução de bocas de lobo e a lavagem de calçadões. Três caminhões pipas com mangueiras d’água de alta pressão estão à disposição das equipes. O serviço é realizado pela secretaria de Serviços e Meio Ambiente, com o apoio da Seleta, empresa responsável pela coleta de lixo.
As equipes de limpeza já passaram pelas Praças Nossa Senhora da Conceição e Barão da Franca, e calçadões das ruas Voluntários da Franca e Marechal Deodoro. No sábado e domingo, será a vez das praças do Itaú e dos Correios. “Além de limpar os calçadões, a Prefeitura vai aproveitar a oportunidade para podar as árvores. Por isto, os ambulantes foram notificados da necessidade de desocupar os espaços. Para não prejudicar as vendas, as barracas poderão ser desmontadas após o expediente de sábado”, disse o fiscal sanitário, André Szabo.
Fiscalização
Na última terça-feira, a Câmara Municipal aprovou projeto de lei apresentado pelo prefeito GIlson de Souza (DEM) que atribui aos sete fiscais sanitários do município o dever de fiscalizar os vendedores ambulantes de Franca.
Como a entrada em vigor da lei depende apenas de trâmites burocráticos, como votação em segundo turno e publicação no Diário Oficial, os fiscais estão se antecipando. Ao mesmo tempo em que entregou as notificações para a retirada das barracas, André Szabo aproveitou para dar início ao cadastramento dos ambulantes.
“A ideia é montar um banco de dados, não só dos vendedores que têm barracas, mas de todos os comerciantes informais que atuam na cidade. Como seremos os responsáveis pela fiscalização, precisamos ter estas informações. Não queremos apenas autuar. Pretendemos marcar reuniões para discutir problemas e apresentar sugestões”, concluiu o fiscal.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.