O depoimento do secretário foi realizado sem a presença do advogado de defesa Denílson Carvalho, que representa Gilson. Na abertura dos trabalhos, o presidente da Comissão, vereador Adérmis Marini (PSDB) disse que foram feitas diversas tentativas de intimá-lo, mas foram infrutíferas. “Por conta disso, a intimação foi entregue ao gabinete. Como ele (advogado) abandonou a sessão de depoimentos na última sexta-feira, entendemos que não houve interesse da defesa em participar. Então, vamos seguir os trabalhos”, disse.
Ao ser informado da realização da audiência, Denílson protestou. “Mais uma vez, a Comissão Processante agiu de forma clandestina e rasgou a Constituição Federal. Sequer fui intimado da oitiva do senhor Virgínio. Os constantes abusos praticados pela Comissão, na figura de seu presidente, Adérmis Marini, encerram um triste episódio de violação dos direitos de defesa e das prerrogativas da advocacia”, disse, por telefone.
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