O processo de cassação do mandato do prefeito Gilson de Souza (DEM) foi aberto com base numa denúncia do radialista Marcelo Bomba. Ele acusa o prefeito de “favorecer” uma construtora ao permitir que a mesma usasse a praça central para realizar um feirão de imóveis. Havia outra acusação contra o prefeito - ser omisso ao não retomar a fiscalização dos vendedores ambulantes na cidade - que foi arquivada pela Comissão Processante.
O empréstimo da praça foi em agosto, quando a Construtora Pacaembu lançou o conjunto habitacional Residencial Vida Nova Franca, com 555 casas populares e que tem subsídios do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal.
Foi para atender às famílias interessadas nas unidades que a construtora utilizou a praça Nossa Senhora da Conceição, no Centro, onde montou durante o período de 26 de agosto a 10 de setembro uma Central de Atendimento. O interesse foi enorme durante os primeiros dias e filas gigantescas se formaram.
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