Tragédia com três mortes na Paulo VI completa dois anos


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Fiat Linea em que vítimas estavam completamente destruído após bater em árvore no canteiro central da avenida Paulo VI
Fiat Linea em que vítimas estavam completamente destruído após bater em árvore no canteiro central da avenida Paulo VI
Já são dois anos de tristeza, lágrimas e espera. No dia 31 de outubro, as famílias da estudante Mariana Luiza de Sousa, 19; da balconista Bruna Cintra Justino, 20, e da desempregada Carolina Rodrigues Borges, 20, receberam uma notícia que mudou suas vidas: as três morreram em um acidente na avenida Paulo VI.
 
As vítimas estavam em um carro, conduzido pelo auxiliar-geral Cairo César Cruz, 26. Ele seguia pela avenida no Fiat Linea, quando perdeu o controle, invadiu o canteiro central da via e bateu em uma placa de publicidade e em uma árvore. 
 
Um laudo apontou que ele estava acima dos 110 km/h. Testemunhas ainda disseram que Cairo ingeriu bebida alcoólica. Por essas razões, foi indiciado por homicídio doloso e denunciado pela Promotoria.
 
A Justiça aceitou a denúncia e decidiu levar Cairo a júri popular pelas três mortes e tentativa de homicídio, já que um garoto, 17, que estava no carro, também se feriu. Atualmente, sua advogada tenta recorrer dessa decisão no Tribunal de Justiça de São Paulo.

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