EX-PRESIDENTE FAZ CAMPANHA ABERTA E RI DA JUSTIÇA QUE JÁ O CONDENOU À CADEIA
No período colonial brasileiro, quando éramos grandes produtores de ouro e pedras preciosas, muitos aristocratas e donos de minas encontraram uma forma de esconder parte de sua produção da sanha do governo central, em Portugal: imagens de santos esculpidas em madeira totalmente ocas por dentro. Ali, escondiam-se pedras preciosas e outros objetos de valor para mantê-los a salvo do confisco ou da cobrança de impostos. Com o passar dos anos, a expressão passou a ser utilizada para designar um indivíduo de caráter duvidoso, com ações fraudulentas, uma pessoa mentirosa, falsa ou hipócrita. E isso encaixa exatamente no atual perfil do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) que ainda corre o risco de ser preso se a segunda instância confirmar a sentença de 9 anos de cadeia determinada pelo juiz Sérgio Moro.
Desde o início do processo do mensalão, quando passou incólume pelo julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal), sabia-se de antemão que o então presidente estava envolvido no esquema. O seu principal “companheiro” de partido, José Dirceu, que foi condenado ao xadrez na ocasião, mesmo sendo apontado como chefe da quadrilha, dificilmente teria feito qualquer coisa sem a anuência de Lula. A situação piorou, já que a operação Lava Jato colocou o ex-presidente no centro da questão, diante de documentos, provas e indícios. Luiz Inácio Lula da Silva continua mentindo e, ultimamente, jogando na conta da falecida esposa, Marisa Letícia, algumas de suas ações ilegais. O que se estranha é de que forma o ex-presidente, sem emprego formal há mais de 40 anos, tenha conseguido amealhar um patrimônio superior ao de muitos grandes empresários. O mesmo ocorre com seus filhos, que fizeram fortuna do dia para a noite, estranhamente no período em que o pai estava no poder.
Agora, Lula — que pode ser impedido de concorrer a qualquer cargo público caso a sentença do juiz Moro seja confirmada —, mais uma vez passando por cima da lei, empreende uma campanha eleitoral fora de época (o que é proibido) fazendo-se de vítima, mas sem explicar onde foram parar os bilhões de reais roubados dos cofres da Petrobras ao longo dos governos petistas. Da mesma forma que tentou negar a existência do mensalão, mesmo diante das condenações do Supremo, hoje Lula tenta negar que todos nós fomos roubados ao longo de 14 anos sob governos petistas, nos quais a corrupção correu solta, beneficiando não só o PT, mas também os partidos aliados, amigos e os amigos dos amigos. Não há dúvidas a este respeito. Dentro de um ano o brasileiro precisa, agora, deixar claro o seu repúdio a este tipo de política, que Luiz Inácio Lula da Silva e seus aliados tornaram essência de sua passagem pelo poder.
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