O prefeito Gilson de Souza (DEM) acaba de entregar sua defesa prévia à Comissão Processante, responsável pela condução do processo que pode resultar na cassação de seu mandato. Gilson é acusado de ser omisso na resolução do problema de falta de fiscalização de ambulantes e de favorecer uma construtora cedendo a praça central para a realização de um mutirão.
O documento de defesa, que conta com 28 páginas e centenas de folhas anexas, foi protocolado pelo advogado Denilson Carvalho, que representa Gilson no processo. Entre as alegações, estão vários erros que teriam sido cometidos durante o processo de aprovação e até de notificação do prefeito, como por exemplo, a falta de detalhamento do denúncia, falta de apresentação de provas da acusação e de documentos. Além disso, o prefeito ainda nega qualquer omissão. Como prova, anexou os diversos procedimentos administrativos abertos para tentar encontrar uma solução para a falta de fiscais, os projetos de lei elaborados e ainda cópia do acordo firmado com o Ministério Público.
A defesa deve agora ser analisada pelos três vereadores membros da comissão: Adérmis Marini(PSDB), Della Motta (podemos) e Arroizinho (PMDB).
Acompanhe detalhes da defesa amanhã no Comércio da Franca.
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