Mais um assassinato foi registrado na cidade e está sob investigação na DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Na manhã dessa quinta-feira, o desempregado Carlos Eduardo Marchetti Damasceno, de 26 anos, foi encontrado morto em uma propriedade no Paiolzinho, zona rural de Franca. O responsável pelo 22º homicídio registrado de janeiro até agora ainda não foi identificado. Tampouco se sabe a motivação do crime.
Segundo a mulher da vítima, Damasceno estava desaparecido desde quarta. Ela disse aos policiais civis que recebeu informações de “um homem de moto”, na noite anterior, de que o marido havia sido baleado e estava numa mata no Paiolzinho.
Ela, parentes e amigos do desempregado foram até lá na noite de quarta, mas não foi possível procurar nada. “Chamamos a polícia e fomos até lá para procurar. Enquanto estávamos perto da mata, ouvimos barulhos de tiros e depois alguém disparou para o rumo em que estávamos”, contou Hebert Eurípedes da Silva, amigo da vítima.
Com medo, os familiares e amigos de Damasceno foram embora. Ontem de manhã, voltaram para procurar e encontraram a vítima com um tiro no peito. “Infelizmente, encontramos ele assim. Eu tinha esperança de que estivesse vivo. É muito triste”, afirmou o amigo.
O corpo da vítima, que residia no Jardim Aeroporto, está sendo velado no bairro. Com trabalhos da funerária São Francisco, será sepultado hoje, às 9 horas, no cemitério Santo Agostinho.
Mortes no ano
O assassinato do homem foi o segundo em um intervalo de apenas quatro dias. Isso porque o desempregado Diego Aparecido da Luz Justino, de 31 anos, morreu no dia 1º de outubro.
Segundo informações da polícia, o homem foi encontrado sem vida na avenida Carlos Roberto Haddad, no Jardim Aeroporto I. Ele tinha uma facada em seu peito e estava perto de seu Ford Belina. Os motivos do homicídio ainda são um mistério para a DIG.
As mortes de Damasceno e Justino integram os 22 crimes contra a vida registrados em Franca de janeiro até o dia 5 de outubro. Desses casos, apenas nove ainda não foram esclarecidos.
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