Dom Bertrand de Orleans e Bragança, trineto do último Imperador do Brasil e um dos herdeiros dinásticos da Coroa, disse em recente entrevista: “O povo é bom, o país é riquíssimo, nós temos a maior área cultivável do planeta. Temos uma agricultura de primeiro mundo. Nós somos o maior produtor agrícola do planeta. Basta dizer que, em um estudo da Embrapa, nós alimentamos 1 bilhão e 300 milhões de pessoas, quer dizer, ¬ do planeta é alimentado pelo Brasil. Vai dizer que esse é um país fracassado? Temos um problema político, esse é um problema, mas o Brasil real, o Brasil autêntico, o Brasil que trabalha é um Brasil completamente diferente. O Brasil é um país extraordinário. E o povo é bom!”
Sempre que aqui tenho um espaço para expor ideias, falo do agronegócio brasileiro; sem dúvida, ao olharmos a fundo os feitos, os sucessos e os números do setor, enchemos o peito de alegria e o coração com a certeza de que o país está no caminho certo. Se o Brasil de fato seguir o setor agropastoril, está; do contrário não.
“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer pelo seu país.”. Com este axioma chego ao ponto nevrálgico do texto. A agropecuária brasileira já presta serviço inolvidável ao país garantindo a segurança alimentar, milhões de empregos, parcela considerável do PIB, etc. A maior contribuição que ela pode fazer, ainda faz de maneira acanhada, que é aglutinar em sua volta os melhores quadros do país, para que, as forças vivas e produtivas da nação possam ditar os destinos governativos do Brasil. Ademais, já o fazemos na economia. Unamo-nos para retirar a pátria do lodaçal em que se encontra.
Marcus Vinícius C. P. Falleiros
Cafeicultor, pecuarista, presidente do Clube das Cavalhadas da Franca
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.