Os alunos da Escola Estadual “Agostinho Lima de Vilhena” estão participando de uma experiência enriquecedora. Eles estão podendo viver, virtualmente, “um dia de prefeito”. Por meio de um jogo pedagógico, que tem como objetivo auxiliar professores do ensino médio na abordagem de temas como cidadania, democracia, divisão de poderes e geografia urbana, o aluno tem a oportunidade de simular a gestão de um município.
A plataforma online denominada “Cidade em Jogo”, desenvolvida pela Fundação Brava, possibilita ao aluno discutir e “sentir na pele” lições de democracia, administração pública e ações politicas. O responsável pelo projeto na Diretoria de Ensino, Oilton Chaves Júnior, disse que cada escola tem autonomia para participar do projeto ou não. “A escola Agostinho quis participar e mobilizou seus alunos. Os professores aceitaram trabalhar em conjunto com o objetivo de melhorar a experiência dos estudantes”, disse ele.
O projeto foi implantado na turma do 9º ano ‘A’ da escola, e os alunos tiveram acesso ao laboratório onde podem jogar. Os estudantes que hoje representam a escola no jogo são: Aline Ferreira, Ana Luísa Cardoso, Ana Paula Domingos, , Emilli Simão, Gabriel Queiroz, Guilherme Borges de Andrade, Lauriene de Oliveira, Leonardo Daniel Lima, Maria Júlia Ferreira de Oliveira, Mariane da Silva Lara, Sergian Cristiane Júnior, Vitor Hugo Andrade, e . A coordenadora da escola, Elis Bernardes, disse que eles pretendem ampliar o projeto para outros anos e dar oportunidade para mais alunos jogarem.
“O objetivo do projeto é que os alunos conheçam o funcionamento de uma cidade. O que o prefeito faz? Quais decisões podem ou não interferir no funcionamento de uma cidade?”, disse a professora Ângela M. Rodrigues, uma das orientadoras dos alunos.
“Achei muito legal esse projeto. Ter uma aula diferente facilita o nosso aprendizado. A partir do jogo, a gente pode ter um olhar diferente sobre o que um prefeito tem que fazer e quais são as responsabilidades dele”, disse Ana Paula Domingos, 14.
‘É muito interessante, porque precisamos pensar em soluções para a cidade. No jogo, quando as pessoas começam a sair da nossa cidade, por exemplo, temos que mudar algo para agradar aos moradores”, disse Ana Luísa Cardoso, 14 anos.
Um dos alunos da turma disse que tem interesse em seguir a carreira política e gostou muito do jogo. “A experiência é muito boa, ainda mais quando você quer se tornar um político, que é meu caso. Dá para ter uma ideia de como é. Vejo que dá para ajudar as pessoas e melhorar a vida delas”, disse Gabriel Queiroz.
Qualquer pessoa pode ter acesso ao jogo. Basta acessar: www.cidadeemjogo.org.br.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.