Corpo celeste mais próximo de nosso planeta, a Lua é o satélite mais estudado pela ciência e o único já visitado por humanos. Faz muito tempo que ela gira ao redor da Terra- exatamente 4,6 bilhões de anos. Especialistas em astronomia planejam nova viagem até lá, e não deve demorar muito. O objetivo é construir uma base para facilitar viagens a lugares mais distantes.
A Lua tem influência sobre a vida na Terra. Por exemplo, as marés sobem porque a parte do oceano voltada para a Lua é “puxada” na sua direção. Mas como a Lua está se afastando da Terra cerca de 4 cm por ano, no futuro distante ela parecerá menor aos terráqueos e o movimento das marés será reduzido.
Por milhares de anos os povos primitivos contaram o tempo através das fases da Lua: Nova, Crescente, Cheia e Minguante. Essas fases decorrem do fato de a cada dia do mês o Sol iluminar a Lua sob um ângulo diferente. Na verdade, só vemos um lado da Lua. Quando a Terra fica entre Lua e Sol, bloqueia a luz solar que seria refletida pelo satélite, causando um eclipse lunar. Tudo fica mais escuro por alguns minutos.
A Lua não emite luz, ela é opaca. Mas parece brilhante porque reflete a luz do Sol e está perto da Terra. Esse brilho encantou os povos antigos que a consideravam um deus. Para os índios das tribos brasileiras, o nome da Lua era Jaci.
Imagens recentes indicam que há grande quantidade de água em forma de gelo no polo norte da Lua. Isso é esperançoso para os humanos que pretendem construir sua base por lá. Quando os astronautas norte-americanos Neil Armstrong, comandante da nave Apollo 11; Edwin Aldrin, piloto do módulo lunar; e Michael Collins, piloto do módulo de comando, pisaram na Lua em 20 de julho de 1969, deixaram lá placas, pegadas, bandeiras, estatuetas, sondas e até bolinhas de golfe. Como não há chuva nem ventos por lá, estes objetos vão se conservar por centenas de anos.
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