Boa sorte para a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge! O que se espera da nova procuradora é que seja zelosa com a ordem pública, e também com os desdobramentos da Lava Jato. Além disso, é de se comemorar o fim da era do espetaculoso Janot, que teve um desastrado mandato, pois deixou o comando da PGR depois de ter ocasionado um grande prejuízo para o país com nefastas consequências para nossa economia e para as reformas em curso, como a da Previdência com suas duas denúncias apresentadas no afogadilho e de forma inconsistente contra Temer, com o único objetivo de derrubar o presidente. Oxalá Raquel Dodge sirva à nação com serenidade e competência. Leia em http://www .gcn.net.br/noticias/361031/brasil-e-mundo/2017/09/dodge-toma-posse-como-pgr-e-defende-harmonia-entre-poderes
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Ricardo
Franca - SP
Raquel Dodge manteve apenas dois dos dez nomes que trabalhavam com o antecessor, Rodrigo Janot. Prematuro fazermos quaisquer considerações a respeito. Trata-se de procedimento normal de quando há substituição de chefia, dado que são cargos que exigem afinidade e confiança, o que se dá de modo pessoal. Se a ideia é apenas oxigenar o grupo de trabalho ou esfriar as suas ações, só o tempo dirá.
Edmilson
Franca - SP
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