Júnior comenta arquivamento de 'negócio da China'


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Corrêa Júnior afirmou que nunca houve conversa ou reunião para discutir a suposta intenção de privatizar as faculdades
Corrêa Júnior afirmou que nunca houve conversa ou reunião para discutir a suposta intenção de privatizar as faculdades
O vereador Corrêa Neves Júnior (PSD) comentou na tribuna da Câmara a decisão do Conselho Superior do Ministério Público que arquivou, na semana passada, o Procedimento Preparatório de Inquérito Civil que tinha como objetivo apurar boatos que supunham a privatização das faculdades municipais de Franca. 
 
Os promotores concluíram que não há o menor indício de que havia negociação para a venda das autarquias. ‘No mês de abril, fui vítima de um dos episódios mais medonhos, para não dizer absurdos e injustos da história política da cidade. A partir de boatos surgidos sabe-se lá de onde, propagados sabe-se lá por quais interesses, criou-se um protesto monumental contra um único vereador por uma ideia que não tivera, por ação que não fizera e por uma proposta que não era dele”.
 
Corrêa Júnior afirmou que nunca houve conversa ou reunião para discutir a suposta intenção de privatizar as faculdades. “Estamos sujeitos ao risco de ser atingidos pela prática de difundir acusações injustas. É muito complicado provar o que não fizemos. O Ministério Público constatou que não há o mínimo indício de nada. A polêmica, criada a partir de conversa de corredor, infelizmente, interrompeu o objetivo da discussão que era o de conceder mais bolsas de estudos, especialmente no curso de medicina do Uni-Facef”.                        

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