Uma arte e vários estilos


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A história do kung  fu é misteriosa. Seu nome original era “wushu”, palavra chinesa formada pelos termos “wu”(guerra) e “shu”(arte). Arte da guerra, portanto. O nome kung fu só surgiu depois e quer dizer “trabalho contínuo”. Essa modalidade requer trabalho contínuo. 
 
Desde sua origem o kung fu mistura lendas com realidade. Uma das lendas conta que um monge passou bom tempo isolado em uma floresta, porque queria meditar. Mas acabou tendo a atenção tomada pelos movimentos dos animais. Ao retornar ao templo, ensinou aos outros monges do mosteiro movimentos parecidos com os dos bichos, para que desenvolvessem agilidade, flexibilidade e concentração. Bem depois, guerreiros chineses adaptaram os exercícios do tal monge e surgiram modalidades com bastões e espadas. Com o tempo o kung fu se espalhou como arte marcial e hoje é praticado de forma pacífica, em diferentes estilos.
 
Os especialistas dizem que o Kung Fu é indicado para meninos e  meninas e pode ajudar a desenvolver o corpo e a mente. Já pensou que bacana ser veloz como a águia, forte como o tigre, ágil como o macaco, leve como a garça, flexível como a serpente?
 
Águia – baseado no movimento das garras da  ave, é caracterizado pelo treinamento visando ao fortalecimento dos dedos: polegar, indicador, médio e anelar.
 
Tigre – neste caso os movimentos devem ser fortes e rápidos; os dedos ficam abertos e arqueados como garras. 
 
Dragão – inspirando-se nos poderes deste animal criado pela imaginação, o lutador deve concentrar a força na ponta de seus dedos e fazer movimentos alongados.
 
Garça– movimentos suaves, às vezes com mãos abertas imitando asas; ou com dedos unidos formando um bico de pássaro.
 
Macaco – baseado na força das pernas, este tem como característica  saltos e acrobacias que têm por fim confundir os adversários; as palmas das mãos ficam abertas. 
 
Serpente - o lutador faz movimentos sinuosos, estuda o oponente, mantém os braços alongados e as mãos em forma de concha.
 
Louva-Deus- este estilo exige muita rapidez; os braços precisam fazer movimentos como se fossem pinças.

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