Como levar esse país a sério? O início da colonização se deu pela vinda de bandidos e outras escórias de Portugal, por meio das quais se constituiu a gênese das elites brasileiras. A cena do grito de independência foi toda forjada, substituindo até mesmo a mula de D. Pedro I por um lindo cavalo. E, olha que o sujeito era amante da Marquesa de Santos, esposa do brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, patrono da Rota (força policial). Isso mesmo, se não constituíssem a elite, dir-se-ia que ele era um cafajeste, ela uma prostituta e o brigadeiro um corno chifrudo. O tempo passou e o que mudou neste País? Os Três Poderes e, não somente a classe política, estão todos imersos num mar de lama que somente tem enriquecido seus integrantes sob o custo de perpetuar milhões de brasileiros nos confins da miséria. Nossas elites vão às ruas bradar pelo fim da corrupção, mas rotineiramente fazem uso de práticas de sonegação de impostos, lavagem de dinheiro e muitos de seus setores se agarram ao Estado para dele se beneficiar. Isso explica a razão pela qual nem se vê uma única panela nas ruas, haja vista que nossas elites não são contra a corrupção, desde que a exclusividade de privilégios não lhes seja tirada. Quanto ao povão, a omissão nas ruas se explica pelo fato de estar embriagado pela ignorância, propositadamente construída pelo sucateamento da educação. Leia em http://gcn.net.br/no ticias/360267/brasil-e-mundo/2017/09/conheaa-personagens-importantes-na-independancia-do-brasil
Darsio Batista
Franca - SP
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