Dizia este governo que a cobrança pela bagagem por parte das companhias aéreas resultaria na redução no valor das passagens. Até hoje aguardamos essa redução. A telefonia foi privatizada e o custo das ligações encontra-se a patamares impagáveis para muitos brasileiros. Nossa siderurgia também foi privatizada e, mesmo o Brasil sendo um dos maiores produtores de aço, esse material é um dos mais caros na construção civil. Agora querem que acreditemos que a privatização da Eletrobras diminuirá o valor da tarifa aos consumidores. É preciso ter doutorado em imbecilidade para acreditar nessa história. Aliás, estaria mesmo a Eletrobras tão endividada assim? Pois o Moreira Franco foi desmentido quando disse que a Casa da Moeda é deficitária o que também justificaria a sua privatização. Aliás, se as empresas estatais estão tão endividadas, por qual motivo grupos privados teriam interesse em obtê-las? Não é estranho uma empresa particular se interessar em assumir dívidas? E, se o Estado não possui competência para administrar uma estatal, que utilidade possui um governo? O que ainda resta das nossas estatais representa um patrimônio público que jamais deveria ser colocado nas mãos do setor privado. Bastaria criar uma legislação para blindá-las do uso político e colocá-las sob a gestão de funcionários de carreira, sem vínculos partidários, com grande autonomia e imenso conhecimento sobre a empresa. Leia em http://www.gcn .net.br/noticias/359409/opiniao/2017/08/privatizaaao
Darsio Batista
Franca - SP
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Sobre as privatizações, é necessário investigar muito bem as offshores que entrarão no negócio. Não se pode deixar entrar como offshore os fundos de pensão de estatais, e nem consórcios tipo “Odebrecht + OAS”, pois poderão estar lavando dinheiro dos assaltantes dos cofres brasileiros. Se forem estrangeiras, de preferência que sejam alemãs, britânicas e americanas. China, nem pensar.
Afonso Celso
Franca - SP
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