A palavra de Deus nos faz um grande convite: professar a fé em Jesus como nosso único Senhor e Salvador. Vamos meditar. Encontramo-nos no reinado de Ezequias e o primeiro ministro é um oportunista que não dá ouvidos às palavras do profeta, que se deixa corromper com presentes e que, com o dinheiro do povo, começa a construir para si um monumento de mármore. Por um certo tempo, tudo passa em brancas nuvens. Mas em seguida é descoberto e destituído do cargo. Para ocupar o seu lugar o rei escolhe Eliakim. Isaías fica muito contente com esta escolha porque Eliakin é um homem honesto e de muita capacidade. Encontramos o seguinte ensinamento nas palavras do v. 21. Que descreve a autoridade de Eliakim: “Ele será como um pai para os habitantes de Jerusalém e para todo o povo de Judá”.
Segunda leitura: Romanos 11: O trecho de hoje conclui a ampla exposição do problema que angustia Paulo: a recusa dos judeus de reconhecer em Jesus o Messias. Vimos que esta infidelidade deles teve um resultado positivo a entrada dos pagãos na Igreja.
Foram as perseguições por parte dos judeus que obrigaram os discípulos a abandonar Jerusalém, a dispersar-se pelo mundo, a anunciar o Evangelho aos pagãos. Os projetos de Deus são de fato incompreensíveis e imprevisíveis, não somente na história dos povos, mas também na vida de cada pessoa.
Evangelho: Mateus 16: Este trecho pode ser dividido facilmente em duas partes: a primeira apresenta as várias opiniões do povo e de Pedro a respeito de Jesus, a segunda contém a resposta de Jesus a Pedro. Mateus quer que os seus discípulos, depois de ter conhecido Jesus, consigam proclamá-lo como Cristo Filho de Deus. Professar que ele é o Messias significa reconhecer que como ele nunca existiu e jamais existirá alguém Jesus, é único. Para o crente Jesus é muito mais: ele é “o Cristo, o Filho de Deus vivo!” Na segunda parte do trecho de hoje encontramos aquilo que Jesus disse a Simão: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja...” Jesus se refere à fé nele professada por Pedro. Esta fé constitui o fundamento sólido da Igreja, torna-a invencível e capaz de dominar as forças contrárias. Todos os que, como Pedro, professam a fé em Jesus Cristo Filho do Deus vivo, começam fazendo parte deste edifício, que jamais cairá. A expressão as portas do inferno não deve ser interpretada no sentido material. Sinaliza as forças do mal, tudo o que é contrário à vida e ao bem do homem. Nada poderá impedir a Igreja de realizar a sua missão de salvação. Pedro recebe também as chaves e o poder de ligar e desligar. Estas imagens indicam a autoridade para transmitir a doutrina do Mestre e decidir o que é conforme e o que é contrário ao Evangelho.
Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Igreja de Santo Antônio e vigário geral da Diocese -segantin@comerciodafranca.com.br
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.