Que tal reduzir o tamanho do Congresso? É muito assessor, secretário, motorista, auxílio-moradia, auxílio-paletó, auxílio-alimentação e por aí vai. Isso sem contar a ineficiência na aquisição de bens e serviços (pelas licitações e pregões), onde tudo se adquire por valores superiores aos praticados no mercado. Só se fala no aumento de impostos, mas diminuir a máquina pública os políticos não querem, não é? Quanto mais confuso e turbulento, melhor para eles, pois dá para esconder todas essas falcatruas. Leia em http://gcn.net.br/noti cias/357442/opiniao/2017/08/um-rombo-que-sa-faz-aumentar
José Filho
Franca - SP
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Não é necessário ser um grande economista para saber que, se um governo gasta mais do que arrecada, simplesmente as contas não fecharão. Não basta o país crescer, o governo privatizar empresas, e, ao fim do mês, seu saldo ficar abaixo do esperado. O governo vive pedindo sacrifício da população, que não aguenta mais pagar uma carga tributária pesadíssima sem receber nada em troca. Deveria o governo também reservar um valor para ter saldo positivo, como faz a maioria das pessoas com seus parcos salários. Como melhorar essa economia se, a cada vez que o governo precisa fazer uma reforma ou votar uma PEC, é obrigado a comprar o voto dos parlamentares? Essa gente acostumou-se ao toma lá dá cá e nem enrubesce ao sangrar o país. Caberá à sociedade estar atenta a esses movimentos e cobrar das excelências nas urnas.
Izabel
Franca - SP
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