Uma operação da Polícia Militar na Vila Gosuen, conhecida como “Puxa-faca”, prendeu duas mulheres e um homem na noite da última segunda-feira. Eles estavam com diversas porções e pedaços de crack, maconha e também cocaína.
A primeira apreensão aconteceu em uma casa localizada na avenida Dom Pedro, após uma denúncia anônima de que ali havia uma grande quantidade de drogas. Com o apoio de Aquiles, cão farejador da PM de Ribeirão Preto e da raça springer spaniel, os policiais foram até o imóvel. Lá, encontraram 19 pedras de crack, uma balança de precisão e R$ 1.300. Tudo estava escondido no ralo do banheiro.
Um desempregado de 42 anos que estava na casa disse que era o dono da droga encontrada e promovia o tráfico ali. Afirmou ainda que vendia cada pedaço grande de crack por R$ 100 e lucrava quase R$ 1 mil por dia. Ele recebeu voz de prisão e foi recolhido à Penitenciária de Franca.
Semelhante desfecho teve outra apreensão feita no bairro durante essa operação. Duas mulheres, de 20 e 24 anos, foram para a Cadeia Feminina do Jardim Guanabara depois de serem flagradas pelos policiais com 100 gramas de crack, 20 gramas de cocaína e 220 de maconha em suas roupas. Elas, que também portavam R$ 230 e duas cadernetas com anotações da movimentação do tráfico de drogas, não relutaram em afirmar que vendiam entorpecentes no bairro. Levadas até o Plantão Policial, as mulheres prestaram depoimento, confirmando serem traficantes, e depois acabaram recolhidas à Cadeia Feminina do Jardim Guanabara.
Garoto é pego com R$ 20 mil em drogas
Um menor de 16 anos foi apreendido por tráfico de drogas, no Jardim Ângela Rosa. A apreensão, feita ontem por agentes do 4º Distrito Policial, aconteceu após um trabalho de investigação de duas semanas.
No quarto do garoto, além de 54 porções de maconha, havia 16 papelotes de cocaína prontos para a venda. Eles também encontraram 100 gramas de pasta-base de “coca”. Se misturada com outro pó branco, renderia 300 gramas, ou seja, 1 mil papelotes e um faturamento de R$ 20 mil.
O adolescente relatou à polícia que há três meses saiu do “ramo de crimes contra o patrimônio” (roubos e furtos) e seguiu os passos do irmão de “trabalhar” no tráfico, porque era “mais rentável” e “compensava mais”. Depois de prestar depoimento no 4º DP, foi levado para a Fundação Casa.
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