Vocação e amor à profissão passados de pai para filho


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De Abreu para Abreu: laços de sangue na PM
Na Polícia Militar, quando se pensa em um filho que decidiu seguir os passos do pai, logo vem à mente Thiago Leandro Madaleno de Abreu e seu pai, Lúcio Leandro de Abreu. 
 
O pai, agora terceiro sargento aposentado, tem o orgulho de ver todos os dias o filho, que é soldado em Ribeirão Corrente, vestir sua farda para ir trabalhar, com o propósito de servir e proteger a população, como ele fez por quase 25 anos. 
 
O que eles economizam em palavras a respeito de si mesmos, com seus trejeitos parecidos e vozes tímidas, não poupam na hora de falar um do outro. “Ele é o meu maior exemplo de pessoa, profissional e pai. Foi meu norte e me apoiou quando decidi me tornar PM e fiz a escola de soldados. Se eu conseguir me tornar 30% do que ele foi e é para nós, tanto em casa quanto na polícia, serei muito feliz”, disse Thiago. 
 
Cabo Abreu, como era conhecido quando estava na ativa, trabalhou por 19 anos na Força Tática do 15º Batalhão. Ele sorri e se emociona quando comenta sobre a dedicação, empenho e amor do filho pela profissão. “É gratificante vê-lo como policial militar, usando a alcunha soldado Abreu, e eu ter exercido essa função por muitos anos. Foi uma grande honra”.
 
 
Paixão pelo esporte passada por gerações
“Tal pai, tal filho”. Essa frase não poderia ser melhor atribuída senão a Hélio Rubens Garcia e Hélio Rubens Garcia Filho, o Helinho. As semelhanças vão muito além do aspecto físico. Estão também na profissão escolhida e na trajetória de sucesso. 
 
A história da família Garcia, sinônimo do basquete no País, começou com o pai de Hélio, Francisco Garcia do Nascimento, o Cachoeira. Jogador, encorajou seus filhos a seguirem a profissão. Totô, Fransérgio e Hélio formaram o trio “Irmãos Metralha”. Dali em diante, Hélio não parou mais. Participou de todas as conquistas do Franca Basquete e serviu de inspiração para seu filho Helinho, terceira geração da família no basquete.
 
Dos 22 anos de carreira como jogador profissional em times como Franca, Vasco e Uberlândia, Helinho passou apenas dois longe do pai. “Ele sempre foi uma referência pela forma como fez tudo: com autenticidade, disciplina, amizade e perseverança”, disse. E o patriarca? É só orgulho. “Ele sempre se dedicou como jogador e está muito bem preparado como técnico”.
 
E o basquete parece estar no sangue dos Garcias. Um dos netos de Hélio Rubens, de 5 anos, já é visto com o avô e com o tio técnico ‘treinando’ no Ginásio Poliesportivo.

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