A professora e advogada Jurema Gomes Xavier morreu na madrugada de ontem, 7, aos 76 anos. A professora de direito, que estava internada no Hospital São Joaquim, estava em coma há cerca de dois anos após realizar uma cirurgia na coluna, em setembro de 2015, e ter sofrido complicações.
Nascida em Ribeirão Preto, a professora veio para Franca para estudar e se formar na Faculdade de Direito de Franca em 1972. Fez ainda uma especialização em Direito Civil e Direito Processual Civil pela Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto). Era casada com o ortopedista Favorino Lupis Mércio Xavier e não tinha filhos.
Desde o dia 1º de julho de 1995, lecionava Direito Civil na FDF. Nas redes sociais, amigos de trabalho e ex-alunos comentaram a morte da advogada e professora.
O professor Edson Men-donça Junqueira foi um dos amigos que lamentaram a morte de Jurema. "Quem a co-nhecia, sabia de sua alegria de viver. A homenagem que se faz e que a encantaria é justamente continuar na busca pelas coisas interessantes da vida, por aquilo de bom que a vida nos pode dar, com simplicidade, mas ao mesmo tempo com fineza, com gratidão, mas, ao mesmo tempo, com responsabilidade. Continue espargindo sua alegria lá do céu e nos olhando com seu olhar sereno. A Faculdade de Direito de Franca já não era a mesma sem a sua presença."
Ex-aluna e uma das grandes admiradoras da professora, Martha Gouveia agradeceu, em nome dos alunos da Faculdade de Direito de Franca, todo o ca-rinho e dedicação dela. "As pessoas esquecerão o que você disse, as pessoas esquecerão o que você fez, mas elas nunca esquecerão aquilo que você as fez sentir", disse, parafraseando Chico Xavier.
O corpo foi velado na sala 1 do velório São Vicente de Paulo e, como era seu desejo, foi cremado, às 16 horas, em Jardi-nópolis.
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