Ladrões invadem creche da zona Norte e furtam 10 quilos de carne; bandidos entram em obra da região Sul e levam furadeiras; desempregado furta placas de cemitério do Centro; grupo vandaliza instituição de ensino e furta até balde de plástico.
Esses exemplos retratam a situação dos estabelecimentos da cidade e de como os francanos estão à mercê de ladrões. Bares, casas, escritórios, entidades assistenciais, creches e escolas são alguns dos alvos desses bandidos.
Isso quando eles não rendem e aterrorizam as vítimas, como a funcionária de um posto da zona Sul que, em maio, ficou com uma arma apontada em sua direção enquanto o criminoso a ameaçava e levava cigarros, bolacha e uma pequena quantia em dinheiro da loja de conveniência.
A balconista é uma entre várias pessoas que estão vendo a violência e os crimes aumentarem sem barreiras na cidade.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.