ENSINO


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A situação do professor na rede paulista de ensino é simplesmente caótica. Ao passo que há uma incessante cobrança por mudanças nos métodos de ensino por ele utilizados, não existe a contrapartida do Estado em lhe assegurar as mínimas condições para que isso aconteça, mesmo porque nem material para impressão as escolas possuem em quantidade necessária. Muitas vezes os professores precisam tirar dinheiro do próprio bolso para custear esses materiais. Além disso, há mais de três anos o professor teve aumento nos seus salários, nem mesmo a reposição das perdas decorrentes da inflação. O governo Alckmin vive alegando que não há recursos, mas contraditoriamente não tem deixado de viajar buscando costurar uma aliança política pensando na sua candidatura à presidência. Viagens e estadias custeadas pelos cofres públicos. E, ainda há os idiotas que dizem que o ensino vai mal porque o professor falta com amor à profissão. Oras! Não se paga as contas de supermercado com amor e, sim com dinheiro. Que o professor possa ser cobrado por resultados, mas que isso seja acompanhado de políticas de valorização da profissão, assegurando-lhe boas condições de trabalho e salariais, à altura de suas responsabilidade Leia em http://www.gcn.net .br/noticias/357506/opiniao/2017/08/ausancia-na-educaaao
Darsio Batista
Franca - SP
 

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