Cresci pensando que me convenceria com palavras que viessem do amado, que me daria a certeza de ser amada. Cresci pensando que o importante eram as respostas para a dúvida e a confusão, que elas viriam de fora de mim. Cresci pensando que solidão é coisa ruim, que me atira no abismo do desamor e da ignorância.
Estou mudando.
Sigo um curso que segue horizontes mais amplos e inseguros: as mãos abertas para pedir algo que viria de fora estão, agora, abertas para liberar algo que vem de dentro do que sou...
Eu vou.
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