Os vereadores iniciaram agora a discussão do projeto de lei que regulariza os mais de 338 cargos comissionados da Prefeitura e promove uma reforma administrativa, remanejando cargos para criar novas secretarias. O projeto já foi exaustivamente discutido pela manhã, quando o secretário municipal de Administração e Recursos Humanos, Alberto Donha, esteve presente para esclarecer dúvidas.
Conforme anunciado pela manhã, prefeito Gilson de Souza (DEM) chegou a apresentar uma emenda ao projeto corrigindo alguns erros percebidos por parte dos vereadores que compõem as Comissões de Justiça e Redação e de Orçamento e pelo próprio governo, mas ela não foi recebida pelo presidente da Câmara Marco Garcia (PPS). "Segundo o Departamento Jurídico, não é possivel o prefeito apresentar emendas, que são de competência exclusiva do Legislativo, por isso a recusa".
Mesmo sem a emenda, o governo decidiu manter o projeto para votação em virtude da necessidade de aprovação até o dia 27 de julho, quando vence o prazo dado pelo Tribunal de Justiça.
Com isso, iniciou-se o processo de votação. Como o projeto tem dois pareceres um contra e um a favor, cada um assinado por três vereadores, foi aberta a votação sobre o parecer contrário que acabou derrubado por 10 votos a quatro (o presidente não vota). Votaram a favor do parecer contrário os vereadore Adérmis Marini (PSDB), Cristina Vitorino (PRB), Della Motta (Podemos) e Kaka (PSDB).
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