Indústria fecha semestre com 3,1 mil novas vagas


| Tempo de leitura: 1 min
Em junho, as indústrias da região fecharam cerca de 200 postos de trabalho, influenciadas pelo setor calçadista
Em junho, as indústrias da região fecharam cerca de 200 postos de trabalho, influenciadas pelo setor calçadista
As indústrias da região de Franca fecharam o primeiro semestre deste ano com saldo de emprego positivo. Segundo pesquisa da Fiesp/Ciesp (Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), de janeiro a junho de 2017, a Diretoria Regional - composta por 19 municípios - abriu 3,1 mil novas vagas de emprego. Uma variação positiva de 6,88%. Este resultado é o segundo melhor do Estado, atrás apenas da região de Limeira, com 7,39%. Os dados foram divulgados na última sexta-feira.
 
No mês de junho, porém, o resultado foi negativo na região. As indústrias fecharam cerca de 200 postos de trabalho, o que representa uma queda de -0,45%. “O nível de emprego industrial na Diretoria Regional do Ciesp em Franca no mês de junho/2017 foi influenciado pelas variações negativas de Artefatos de Couro, Calçados e Artigos para Viagem (-0,89%); Produtos Alimentícios (-0,10%) e Produtos de Borracha e de Material Plástico (-0,21%), que foram os setores que mais influenciaram o cálculo do indicador total da região”, explica o relatório da Fiesp.
 
Em todo o Estado, as indústrias fecharam 9,5 mil vagas no mês de junho. No acumulado do 1º semestre, porém, o saldo é positivo, com a abertura de 10 mil novas vagas, o melhor resultado desde 2013. “Neste 1º semestre tivemos três meses positivos e três negativos. Estamos em fase de transição. Esperamos uma retomada mais pronunciada do emprego no 2º semestre. A regulamentação da terceirização, a emenda constitucional do teto dos gastos públicos, a nova legislação da exploração do petróleo, e agora a aprovação da reforma trabalhista, são um conjunto de medidas que devem reativar a economia do país dando mais ânimo para as contratações”, avalia a federação.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários