Há seis meses a família do jovem Itaberli Lozano - que teve seu corpo carbonizado encontrado em um canavial de Cravinhos - tenta enterrá-lo. Mesmo que a Polícia Civil afirme que os restos mortais sejam do jovem, o exame de DNA foi inconclusivo. O laudo do segundo teste está sem prazo de divulgação.
Quando os restos mortais do jovem foi encontrado permaneceram no Instituto Médico Legal (IML) de Ribeirão Preto. Para identificação do corpo, o primeiro exame de DNA foi realizado com o material da mãe e o resultado deu inconclusivo. De acordo com a polícia, o estado de decomposição complicou o exame.
Há duas semanas um novo teste foi realizado com o material recolhido do avô paterno. Segundo o tio do adolescente, Dário Rosa, o Ministério Público pediu à Justiça que o corpo não seja enterrado como indigente enquanto não terminar as investigações.
De acordo com investigações, a mãe de Itaberli matou o filho com a ajuda de outros três jovens. A mãe e o padrasto da vítima queimaram o corpo em uma plantação às margens da Rodovia José Fregonesi. Os suspeitos do crime estão detidos.
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