Como dizia meu velho pai, saudoso e sempre no meu coração: “Essas coisas acontecem só com quem está vivo, minha filha”. E, mais uma vez, o imprevisto aconteceu. E, com as malas prontas, tudo certinho para seguir no domingo último de manhã para abertura da Francal, a crise forte de labirintite não deixou. Tive mais é que ligar para o meu médico Ronaldo Mandel e pedir ajuda. Que veio pronta. Dobrar a dose do remédio e acrescentar outro. E, claro, descansar. Segui à risca e fiquei ótima. Então seguimos, com Rose Victal e Lino Moraes, para São Paulo, com as graças do Bom Deus (que, sabem todos, muitas vezes me carrega no colo) já estamos aqui, felizes, cumprindo nosso trabalho, de muito amor a Francal.
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