Elefante


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Existem hoje no planeta três espécies de elefantes: a asiática, que habita a Índia e o sudoeste asiático, e as africanas que, como o nome diz, vivem na África
Existem hoje no planeta três espécies de elefantes: a asiática, que habita a Índia e o sudoeste asiático, e as africanas que, como o nome diz, vivem na África
Os elefantes são os maiores mamíferos terrestres e também estão entre os mais inteligentes, pois são capazes de se comunicar, de guardar informações e de demonstrar emoções. Eles se comunicam por sons e já foram descobertos 70 ruídos diferentes. Alguns o ouvido humano não é capaz de perceber.
 
Existem três espécies de elefantes. Duas vivem na África e uma na Ásia. A principal diferença visual entre as espécies é o tamanho das orelhas, já que os africanos possuem orelhas bem maiores que o asiático. Essa diferença se deve ao fato de o elefante africano viver em um ambiente mais quente, onde, ao abanar as orelhas, provoca uma diminuição da temperatura do seu corpo.
 
Nas espécies africanas, tanto o macho como a fêmea têm longas presas; na asiática, só o macho as tem. As presas são, na verdade, dentes superiores incisivos muito desenvolvidos utilizados para escavar em busca de água ou de alimentos como raízes. As presas também são usadas para criar trilhas na mata; e em alguns casos, como armas. A velocidade média de crescimento das presas é de 15 cm por ano.
 
Os elefantes formam manadas  (divididas em famílias) matriarcais, ou seja, é uma fêmea que lidera o grupo. Quando um macho cresce e atinge a maturidade sexual, frequentemente desrespeita a hierarquia da manada e, em seguida, é expulso do grupo pela fêmea dominante.
 
O peso de um elefante adulto pode chegar a 12 toneladas e, em média, sua altura chega a 4 metros. Seu  habitat são as florestas tropicais e as savanas onde se alimentam de plantas. Quando adultos, seu consumo diário de alimentos pode chegar a 140 kg.
 
Os filhotes nascem geralmente com até 90 kg e o período de gestação varia entre 20 e 22 meses. A expectativa média de vida para estes animais é de 60 anos, quando seus molares caem impossibilitando sua alimentação e, assim, eles acabam morrendo.

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