'Projeto deve beneficiar 7 mil famílias', diz Gilson


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Prefeito ainda informou que já foram protocolados na Prefeitura três pedidos de loteamento voltados para essa faixa de renda
Prefeito ainda informou que já foram protocolados na Prefeitura três pedidos de loteamento voltados para essa faixa de renda
O prefeito Gilson de Souza (DEM) disse que o projeto de lei que altera as regras do Programa Minha Casa, Minha Vida, se aprovado, deve beneficiar cerca de 7 mil famílias que estão cadastradas na Central de Habitação da Prefeitura. 
 
Segundo o prefeito, essas famílias possuem renda entre R$ 1,9 mil e R$ 2,6 mil e ficam fora da faixa 1 do Programa, que prevê limite de renda de R$ 1,8 mil. “Esse projeto faz apenas a atualização da lei municipal para que possamos atrair e facilitar a construção de empreendimentos habitacionais para famílias de baixa renda.”
 
Gilson disse que, de acordo com o decreto federal que regulamenta o cadastro único social, são consideradas famílias de baixa renda as que têm renda de até três salários mínimos, o que representa em valores atuais pouco mais de R$ 2,8 mil. 
 
O prefeito ainda informou que já foram protocolados na Prefeitura três pedidos de loteamento voltados para essa faixa de renda, que juntos representariam 3 mil novas casas. “São duas construtoras de Franca e uma de São Paulo, que já têm projetos para a cidade.”
 
Se a lei for aprovada e os projetos se tornarem realidade, o prefeito disse que a estimativa da Prefeitura é que sejam gerados na cidade mais de 1 mil empregos diretos e indiretos. Além disso, os empreendimentos representariam cerca de R$ 6 milhões em arrecadação de ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imobiliários) e mais R$ 2 milhões de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano). “Isso tudo sem investimento do poder público”, ressaltou.

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