O ministro da Saúde quer proibir refil de refrigerante nas redes de fast-food e saleiros em restaurantes, sob a justificativa de tentar combater a obesidade. Livre escolha não existe neste país, onde o Estado é babá da população. Se for para restringir tudo o que pode oferecer riscos à saúde, proíbam carros, já que 50 mil mortes por ano acontecem por acidentes com veículos; proíbam o cigarro, que deve ser mais prejudicial que refrigerante; proíbam bebidas alcoólicas, que destroem tantas famílias; proíbam o rodízio em churrascarias, já que gordura entope nossas artérias... Na realidade, sugiro que o Ministério da Saúde forneça uma ração balanceada para a população, pois aí se afasta qualquer risco!
Rodrigo Augusto
Franca - SP
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E onde fica a liberdade do indivíduo, prevista na Constituição? Eu pratico esportes regularmente, sou magro, como saudavelmente em todas as refeições, tenho boa saúde. Se eu quiser, vez ou outra que vou a uma rede de fast-food, colocar sal na minha batata e tomar o segundo refrigerante, não vou poder, porque o governo acha que sabe o que é melhor para mim. Mais liberdade, menos governo.
Gustavo
Franca - SP
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Ironicamente, minha diabetes tipo 2 foi causada pelo excesso de açúcar. Alertaram-me que cigarro e bebida fazem mal. Não me alertaram que açúcar faz mal. Porém, também não é por isso que se deva proibir o açúcar. Nem dá. Afinal, descobri, ele está até no presunto. Ele é onipresente.
Gilberto
Franca - SP
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