Dirigir bêbado tira CNH de 2 motoristas francanos por dia


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Blitz da Lei Seca em Franca em 2016, quando cidade registrou aumento no número de flagrantes
Blitz da Lei Seca em Franca em 2016, quando cidade registrou aumento no número de flagrantes
Em média, por dia, dois motoristas perderam a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) por embriaguez ao volante em Franca, no ano passado. Em 2016, 735 condutores tiveram o direito de dirigir suspenso por 12 meses por dirigirem bêbados. O número é 33% maior que em 2015, quando 552 motoristas foram flagrados ao volante sob influência de bebidas alcoólicas e tiveram que entregar suas carteiras à Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito). Os dados são do Detran (Departamento Estadual de Trânsito).
 
De acordo com o Detran, os números incluem tanto as multas aplicadas por meio do Programa Direção Segura quanto pelas fiscalizações de rotina da Polícia Militar no perímetro urbano da cidade.
 
Os condutores autuados por embriaguez ao volante pagam multa no valor de R$ 2.934,70 e respondem a processo administrativo junto ao Detran-SP para a suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Já no caso de motoristas autuados por recusa ao teste do bafômetro são multados e respondem a processo de suspensão da carteira de habilitação.
 
Condutores que apresentam índice a partir de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido no teste do etilômetro respondem na Justiça por crime de trânsito. Se condenados, podem cumprir de seis meses a três anos de prisão, conforme prevê a Lei Seca, também conhecida como “tolerância zero”.
 
Para que tenha autorização para voltar a dirigir, o condutor terá de realizar um curso de reciclagem de 30 horas. Ao apresentar o certificado de conclusão do curso, o condutor recupera a CNH. Caso o motorista seja flagrado dirigindo ou se for registrada alguma infração em seu nome durante o período de suspensão de um ano da CNH, a carteira de habilitação será cassada por um período de dois anos, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.
 
Consequências
Em abril do ano passado a vendedora Jordana dos Santos Cabral, 22 anos, morreu após o seu companheiro, o ajudante geral Weverton Mascena de Lima, então com 22 anos, bater o carro em que estavam. Na ocasião, o motorista bateu seu GM Celta no muro de uma loja em alta velocidade após ingerir bebida alcoólica. Eles voltavam para casa, no Jardim Planalto, quando Weverton perdeu o controle do carro e bateu.
 

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