O poder é todo dela, pelo menos nos EUA. É que, por lá, enquanto "Mulher-Maravilha" continua liderando as bilheterias pela segunda semana seguida, "A Múmia -que tem o primeiro lugar no restante do mundo - amarga a vice-liderança e resultados menos impressionantes dentro de casa.
Aos números: apenas dez dias após sua estreia, que arrecadou US$ 103 milhões, o longa da DC Comics já fez mais de US$ 205 milhões. É a maior bilheteria de um filme dirigido por uma mulher (a americana Patty Jenkinso) no país. Superou "50 Tons de Cinza", de Sam Taylor-Johnson (com US$ 85,1 milhões).
Já a obra da Universal, lançada na quinta (8), conseguiu apenas US$ 32,2 milhões. Os dados são do site Box Office Mojo, especializado em bilheterias.
A soma de "Mulher-Maravilha" até a sua segunda semana significa uma arrecadação melhor que a de "Batman vs. Superman", com US$ 51 milhões, e "Esquadrão Suicida", com US$ 43 milhões, no mesmo período. Aqui, vale ressaltar que a bilheteria de abertura desses filmes foi maior que a da heroína (US$ 166 e US$ 133, respectivamente).
"Mulher-Maravilha" é a primeira produção sobre super-heróis com uma mulher no papel-título em mais de uma década. O longa acompanha a origem da heroína Diana (papel da israelense Gal Gadot), uma guerreira que vive em uma ilha, entre amazonas. Quando um piloto cai no local, a moça descobre que o mundo está em guerra e decide intervir.
Voltando aos resultados de "A Múmia" nos EUA, o filme estrelado por Tom Cruise conseguiu bem menos que outras adaptações da Universal na mesma seara: "A Múmia", de 1999, fez US$43 milhões e "O Retorno da Múmia", de 2001, fez US$ 68,1 milhões, por exemplo.
Mas, se a situação não é lá tão boa em casa, do lado de fora as coisas parecem mais promissoras. No restante do mundo, o longa de terror arrecadou US$141,8 milhões, a melhor largada de Tom Cruise no estrangeiro.
Na nova versão de "A Múmia", lançada 85 anos depois do terror homônimo estrelado por Boris Karloff, o Tom Cruise tenta salvar o mundo de uma rainha do Egito antigo que, apesar de sepultada numa cripta, ressuscita nos dias atuais.
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