A Prefeitura está desenvolvendo projeto para dobrar a rede de monitoramento eletrônico existente em Franca. A intenção é melhorar a fiscalização do sistema de trânsito e tornar a cidade mais segura. Para isto, vai instalar câmeras de vigilância nos principais pontos de entrada e saída da cidade.
Atualmente, a cidade é monitorada por 50 equipamentos espalhados por pontos de grande movimento, como Centro, Parque Vicente Leporace, Estação, vila São Sebastião e avenidas Presidente Vargas, Major Nicácio, Brasil, Adhemar de Barros e Chico Júlio. A Secretaria de Segurança do município espera ter em torno de cem câmeras vigiando Franca.
Por meio de um convênio com o governo federal, a Prefeitura vai receber 20 novas unidades. Outros 30 equipamentos serão comprados com recursos próprios e com verba vinda do governo do Estado por meio de parceria para adesão ao programa do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito.
“Nossa intenção é instalar as câmaras nos pontos de entrada e saída da cidade para vigiar as rotas de fuga. A ampliação e integração dos equipamentos vão proporcionar mais segurança para a população”, disse Orivaldo Donzeli, secretário de Segurança.
Através do uso do recurso eletrônico, será possível monitorar os passos de bandidos que utilizam as vias para escoar veículos furtados, drogas, produtos contrabandeados ou para fugir após cometer crimes. “Além do trabalho de prevenção e combate ao crime, os equipamentos também serão importantes para ajudar a monitorar o nosso sistema de trânsito”.
Todos os equipamentos serão interligados à central de videomonitoramento instalada em sala no terminal de ônibus “Ayrton Senna” e controlada pela Guarda Civil.
As imagens permitem à Prefeitura direcionar ações no sistema de trânsito e são fornecidas à polícia para ajudar a esclarecer crimes. “Fico muito feliz em saber que o município pretende ampliar o número de câmeras. É um passo importante para tornar o monitoramento da cidade mais eficaz. Para obter melhor resultado, é preciso que haja a integração e que os equipamentos sejam ‘inteligentes’ com tecnologia para identificar um crime na hora. Não basta apenas filmar. Prevenir é fundamental”, comentou o delegado Daniel Paulo Radaeli, chefe do Centro de Inteligência da Polícia Civil.
A aquisição dos equipamentos depende de licitação e não há prazo previsto para que entrem em operação.
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