Dia sim, dia não, um posto gasolina é roubado em Franca


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Imagem de arquivo mostra frentista de posto de combustíveis: alvos constantes de criminosos
Imagem de arquivo mostra frentista de posto de combustíveis: alvos constantes de criminosos
Além dos crimes corriqueiros que Franca registra diariamente, assaltos a locais específicos também têm se tornado rotina. É o caso dos postos de combustíveis da cidade. Como apontam boletins de ocorrência da Polícia Militar e um levantamento feito pelo Comércio, só no mês de maio foram 12 assaltos a esse tipo de estabelecimento. As ações são rápidas e violentas, mas os valores levados são relativamente baixos.
 
Os registros lavrados mostram que a zona Sul de Franca é a região que mais teve assaltos a postos de combustíveis. Dos 12 roubos que a Polícia Militar registrou, seis aconteceram naquele território. Três desses foram no Jardim Noêmia e em circunstâncias parecidas: motociclista armado se aproxima, rende funcionários e foge com o dinheiro do caixa. Nesses três roubos, as quantias não passaram de R$ 200 cada.
 
Um exemplo ainda mais recente ocorreu na noite de quarta-feira, quando um ladrão se aproveitou do momento em que um frentista estava sozinho para colocar a arma em suas costas e anunciar o assalto. Depois de ameaçar a vítima, o criminoso fugiu com cerca de R$ 200 e ainda não foi identificado. Um posto da Vila Real também foi alvo de ladrões por duas vezes apenas no mês de maio. No dia 2, a bordo de uma moto, um bandido rendeu um frentista e pegou R$ 600 dos caixas. No dia 24, em plena luz do dia, um assaltante chegou a pé, subtraiu R$ 300 e usou um VW Gol para fugir.
 
Em meio aos outros roubos espalhados pela cidade, figura o assalto a um posto do Jardim Tropical II, no dia 22. Na ocasião, os ladrões sequer se intimidaram com o fato do local possuir um segurança. Eles o mantiveram como refém amarrado durante toda a madrugada enquanto limpavam os caixas. Depois, o bando fugiu e a vítima só foi localizada na manhã seguinte, quando os funcionários chegaram ao local para trabalhar. O caso está sob investigação no 5º Distrito Policial.
 
O presidente do Sindicato dos Frentistas, Maurício Santana, não atendeu as ligações da reportagem para falar sobre o assunto. A PM também foi acionada, mas não respondeu ao e-mail enviado.

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