As ruas de Franca registraram mais uma morte na manhã dessa sexta-feira. A vítima foi o aposentado Francisco de Assis Marques, de 59 anos. Ele não resistiu aos graves ferimentos causados por um atropelamento no Jardim Ângela Rosa e morreu na Santa Casa. A mulher que o acompanhava, Maria Fátima de Souza Gabriel, 54, está internada em estado grave.
A fatalidade aconteceu por volta de 7h15 na rua Jorge Tabah. Francisco e Maria atravessavam a via quando o motorista de um Ford Ka, de 24 anos, atropelou as vítimas. À Polícia Militar, o condutor afirmou que o sol atrapalhou sua visão e contribuiu para que o acidente acontecesse.
Com o impacto, Francisco bateu a cabeça e sofreu vários ferimentos pelo corpo. Maria bateu no para-brisa do veículo e parou metros à frente. Os dois foram socorridos até a Santa Casa de Franca com politraumatismo. Já o motorista do Ka não sofreu ferimentos.
Mesmo após passar por atendimento, o aposentado não resistiu aos ferimentos e, pouco depois, morreu. Já Maria Fátima foi submetida a uma cirurgia. Segundo o boletim médico enviado pela Santa Casa no final da tarde dessa sexta-feira, ela foi conduzida ao CTI (Centro de Terapia Intensiva) do hospital para ser internada. Seu quadro é estável, porém, de acordo com a Santa Casa, grave.
O corpo de Francisco foi removido ao IML (Instituto Médico Legal) de Franca e, à tarde, liberado para familiares. Ele está no Velório do Jardim Aeroporto e seu sepultamento acontece hoje, às 10 horas, no Cemitério Santo Agostinho, com trabalhos da funerária Santa Bárbara.
O acidente foi registrado pela Polícia Civil.
Reclamações
A morte de Francisco gerou uma série de reclamações de moradores das imediações. Através do portal GCN, alguns francanos cobraram providências. “Essa rua precisa de uma lombofaixa”, pediu Marcos Donizetti.
A leitora Michelle Souza também se queixou. “Moro nesta rua e, nos horários de pico, as pessoas passam em alta velocidade. É difícil até de atravessar, pois os motoristas correm muito. Tem sinalização e placas dizendo para diminuir a velocidade, mas eles não respeitam”, reclamou.
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