Franca adere à campanha para diminuir acidentes


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Colisão que matou Gabriela Cezarino, 19, ocorreu em fevereiro. Prefeitura quer reduzir acidentes
Colisão que matou Gabriela Cezarino, 19, ocorreu em fevereiro. Prefeitura quer reduzir acidentes
Uma campanha que visa à redução de acidentes de trânsito chegou a Franca e placas sobre ela estão tomando as ruas da cidade. Com o nome “Maio Amarelo”, a iniciativa vem para prevenir, orientar e auxiliar os motoristas e pedestres.
 
Pelas ruas, já é possível ver a campanha acontecendo. Em rotatórias da avenida Doutor Ismael Alonso y Alonso e no viaduto Dona Quita, na avenida Major Nicácio, há placas com dicas e informações sobre trânsito. Algumas falam sobre a importância de setas em conversões e mudanças de faixa; sinalização; respeito aos pedestres; parar para que eles atravessem nas lombofaixas e obediência aos limites de velocidade das vias.
 
Segundo a Prefeitura, através da Secretaria de Segurança e Cidadania, nos próximos dias, o Maio Amarelo em Franca terá a Polícia Militar e o Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito) como aliados. Com o slogan “foca no trânsito”, em que o animal foca aparece em situações do cotidiano dos francanos, fiscais farão abordagens de motoristas e pedestres em locais estratégicos da cidade. 
 
Folhetos, materiais educativos e orientações sobre comportamento e cuidados no trânsito estão entre os planos do secretário Orivaldo Donzelli para os próximos dias.
 
Acidentes
E há razão de existir essa preocupação. Segundo as estatísticas da SSP (Secretaria de Segurança Pública), Franca registrou, em apenas 90 dias, 283 acidentes com vítimas. 
 
Além disso, ainda de acordo com cinco pessoas morreram nas ruas da cidade em decorrência de colisões ou atropelamentos. 
 
A morte da universitária Gabriela Cristiane Silva Cezarino, de apenas 19 anos, é um exemplo de um acidente com desfecho trágico em Franca. No dia 13 de fevereiro desse ano, ela não resistiu após bater sua motocicleta em um ônibus da empresa São José, no bairro da Estação.
 
Segundo o apurado pela Polícia Militar na ocasião da fatalidade, o acidente aconteceu no cruzamento da rua Simpliciano Pombo com a avenida Santos Dumont. 
 
A jovem não teria respeitado o sinal de “pare” ao transitar pela via. Com isso, a moto foi “atropelada” pelo coletivo, que estaria em alta velocidade. Ela morreu ainda no local. Sua mãe, a vendedora Andrea Silva, 36, também estava na moto e conseguiu sobreviver ao acidente.
 

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