Conheci essa moça quando ainda era uma pequerrucha adorável, comunicativa, simpática, só me lembro de uma criança sorridente. Anos depois, revi: já adulta, trabalhando na Noite EP, com rádio intercomunicador. Pra mim será sempre Camilinha. Um mix irretocável da querida Bel e do meu querido Maurão. Ícone de inteligência e senso de humor que, vou contar pra vocês, certa vez me disse, chegando num evento: “Ju, apaga o cigarro, não se chega fumando, depois que entrar você acende outro”. Nunca mais esqueci essa dica. E olha que li “as etiquetas” de Marcelino Romano de Carvalho e Danuza Leão.
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