O Bom Pastor


| Tempo de leitura: 2 min
O quarto domingo da Páscoa é o domingo do Bom Pastor. A imagem do Bom Pastor, embora não faça parte da nossa realidade, é uma imagem que transmite segurança. 
 
Primeira Leitura: Atos 2: O discurso de Pedro, que começou no domingo passado, continua na leitura de hoje. Apresentou ao povo de Israel a vida de Jesus...
Este Jesus, condenado pelos homens, foi, porém, glorificado pelo Pai, mediante a ressurreição. A reação do povo diante destas palavras revela o arrependimento.
Diante desta Palavra a única postura honesta é a escuta humilde, a disposição para mudar, para renegar os erros do passado, para não justificar os pecados cometidos, para começar uma vida nova. 
 
Segunda Leitura: 1ª Carta de Pedro 2: Continua a exortação de Pedro aos recém-batizados. Neste ponto ele enfrenta um tema social delicado: entre os que receberam o batismo há pessoas nobres e abastadas, mas há também escravos. Como devem comportar-se com quem os irrita, com quem os maltrata?
Pedro responde, trazendo o exemplo de Jesus. O cristão é chamado para introduzir no mundo uma novidade absoluta, alguma coisa que nunca se viu: o amor sem condições para todos os homens, até para os inimigos. 
 
Evangelho: João 1:  O quarto domingo da Páscoa é chamado o domingo do bom Pastor. Nos vv.1-6 aparece a figura do Bom Pastor numa atitude de ternura com as ovelhas. Ele as conhece e as chama pelo nome. Para ele não existem massas anônimas. Ele se interessa pelos problemas de cada uma das ovelhas. 
Em contraste com o pastor, aparecem as figuras dos ladrões e dos bandidos. Quem são eles? No tempo de Jesus havia chefes religiosos e chefes políticos que afirmavam querer o bem do povo, mas em verdade procuravam unicamente o próprio interesse. Os seus objetivos eram o domínio, o prestígio pessoal, a exploração; os seus métodos eram a violência e a mentira. 
Para saber distingui-lo é necessário educar os próprios ouvidos, porque o pastor se reconhece pela voz. Observe-se que nestes versículos se atribui destaque “à voz do pastor”. Após a ressurreição Jesus será reconhecido pela sua voz. O pastor procura a vida: os ladrões e os bandidos se colocam do lado da morte. 
 
Monsenhor José Geraldo Segantin
Pároco da Igreja de Santo Antônio e vigário geral da Diocese -segantin@comerciodafranca.com.br 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários