Presente múltiplo


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Encontro Luiz Cruz de Oliveira, ou simplesmente Luiz como o chamo desde que o conheci décadas atrás. Encontro-o na “cidadela” Praça Barão. Presenteia-me com seu novo livro, o MINHA ALDEIA.
 
O encontro com o amigo literato e seu livro já vai configurando o presente. Lera sobre a obra no “Nossas Letras”, em artigo de Sonia Machiavelli, texto que também constitui o prefácio e sintetiza com extrema pertinência o conteúdo.
 
Ah! O conteúdo! História e histórias de Franca. Amo. As apresentadas remeteram-me a muitas das minhas próprias histórias, presenteando-me com a grata sensação de pertencimento.
 
Não preciso dizer que amo literatura. Nas crônicas atuais o escritor alcança algo precioso: equilíbrio entre complexidade e singeleza. Outra face do presente.
 
A abordagem social, fruto de qualificada pesquisa, é precisa, porém leve. Mais um ângulo do presente. 
 
E o tempo-vida do autor que, afetivamente vai perpassando todas as narrativas, constitui o amálgama que dá o verdadeiro tom da narrativa maior. Fecho primoroso do presente.
 
Obrigada, professor!

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