Em uma audiência pública na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira, dia 3, aconteceu uma imensa gafe.
Conforme o site Extra, o tema que seria discutido era a educação especial no plano municipal de educação. A audiência seguia tranquila, até uma das pessoas que seguiu ao microfone para dar seu depoimento se comunicar por meio de Libras, a língua brasileira de sinais.
Somente quando esta pessoa usava Libras foi descoberto que ninguém na casa sabia a língua, para fazer a tradução aos demais. Após um momento de constrangimento geral, servidores improvisaram um laptop com legendas para salvar a audiência.
A vereadora Luciana Novaes (PT), que ficou tetraplégica após ser baleada no campus da Universidade Estácio de Sá, em 2003, comentou a gafe. "É imperdoável que não tenhamos um intérprete de libras", criticou outro vereador, Tarcísio Motta (PSOL), vogal da Comissão de Educação e presidente da mesa. "Que isso nunca mais aconteça", finalizou ele.
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